Quando, para além de falta de vontade, há necessidade de outras coisas, não há nada que possa ser feito, a não ser esperar que volte a haver vontade, como era antes e agora é nunca. E eu espero, e volto a esperar, e desespero. E eu não quero desesperar. E um dia deixo de desesperar. Pois quem espera, desespera, e quem não espera obtém o que quer. E eu quero muitas coisas.
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