terça-feira, 29 de julho de 2014

Évora

A música de hoje é uma favorita de há imenso tempo: The death of love





E hoje, para sair do tom triste que este blog tem apresentado (já não era sem tempo), venho trazer duas boas notícias.
Em primeiro lugar, posso dizer que estou licenciado. Fui ontem saber a nota da última cadeira que faltava, e tive 10. À tangente, eu sei. Mas nesta cadeira não me posso queixar de ter passado. Basta-me isso. Não peço mais, nem tenho esse direito. Para terem um noção, conheço pessoas que já estão praticamente a concluir o mestrado, e só lhes faltava esta cadeira para fazerem a licenciatura. Por isso, dou-me por contente por a ter feito num ano, sem recorrer a batotices (como copianços, que foi assim que metade a fez).
Em segundo lugar, e a melhor notícia que tenho para dar, depois de amanhã vou para Évora! Vou para lá realizar um estágio com uma empresa da minha área, pelo que não poderia estar mais satisfeito. Mal posso esperar para saber o que vou fazer, para saber como será trabalhar na minha área. Melhor que estudar nela, e mais fácil, espero eu. De qualquer forma, vou tentar dar o meu melhor porque, apesar de ainda ir tirar mestrado, se deixar boa impressão, pode ser que, aquando a conclusão do mestrado, eles me queiram recrutar. De qualquer das formas, trata-se de uma experiência bastante importante, tratando-se do meu primeiro contacto com o mundo do trabalho. Desejem-me sorte!

Em último lugar, apenas quero fazer um pedido. Para poder saber quem são (os poucos) que seguem este blog, deixem-me um comentário. Se tiverem um blog próprio, digam, para também vos seguir a vocês.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Parvo


Hoje vai o album inteiro, logo.


Descobri hoje que sou parvo. Mais, sou estúpido. "Mas tu és bastante inteligente, porque é que dizes isso?" perguntam-se vocês. Bem, deixem-me contar-vos uma história.
Era uma vez um rapaz muito simpático, que por mais que quisesse, por mais quedas que isso lhe provocasse, não conseguia ser cruel com as outras pessoas, e dava sempre um bocado dele próprio aos seus amigos. Esse rapaz nunca tinha tido namorada, até à universidade. Durante dois anos, tudo correu bem, apesar de haver alguns episódios menos favoráveis, tudo funcionava. Até que começou o terceiro ano. Nesse ano, a namorada do rapaz ia acabar o seu curso, e tirar mestrado para uma universidade mais próxima da terra dela. Por algum motivo, as discussões eram mais frequentes. O stress das aulas pode ser um culpado, embora o rapaz achasse que fosse a indisponibilidade da namorada para ele, ao passo que para visualização de animes, de vídeos de k-pop e outras coisas já existia essa disponibilidade. A principal desculpa que a rapariga dava era a falta de tempo, de ter que estudar. Havia dias em que o rapaz pouco mais que um bom dia e uma boa noite recebia. Entratanto, e apesar de precisar de estudar, o rapaz, sempre que podia, trocava mensagens com a rapariga. Porque? Porque esses momentos de disponibilidade eram tão escassos que se tornavam preciosos, tal como um homem rico daria todo o seu ouro por uma garrafa de água no deserto. Entretanto chegaram as férias. Foi triste, porque o rapaz sabia que nunca voltaria a ver a namorada na universidade. De repente, a universidade perdia metade das suas cores. A única consolação dele? Saber que a namorada tinha prometido ir visitá-lo a casa no verão. Mas, no entanto, o rapaz já sabia que as promessas dela valiam pouco para a própria. Por isso, quando começou a questioná-la se já tinha começado a falar com os pais para poder ir ter com ele, as únicas respostas que obteve foi um não. Insistiu, porque sabia que nada seria feito se não insistisse. Até que um dia, silêncio. Mais silêncio. De férias. Quando ela nao deveria estar ocupada com estudos, continuava a não lhe responder. E o rapaz a precisar de estudar, mas o silêncio dava cabo da concentração. Finalmente, cedeu, e questionou-a se não merecia resposta, sendoq ue finalmente a obteve, avisando-o de que tinha assuntos a tratar.

E aí têm o motivo de eu ser parvo. Para quem não compreendeu, deixem-me explicar: ela prometeu-me vir cá, em princípio na próxima semana, contudo, ainda não fez nada para poder vir. Não me tem respondido aos sms, está sempre ausente, mesmo que não tenha nada que fazer (a não ser ver séries, escrever e ler fanfictions e mais uma data de coisas que não sei). Eu deveria estar a estudar, mas não, ainda me dou ao trabalho de tentar conversar com ela. Eu é que ainda ando atrás dela. Bem, chega. Chega. Já perdi muito tempo com conversas de sms, já deixei uma cadeira para trás por causa dela (burro, eu sei), e nem um aviso de que irá estar ocupada mereço. Bem, se ela não me pode mandar sms durante as férias, eu questiono, porque motivos deveria eu mandá-los se deveria estar a estudar? Porque motivo deveria convidá-la se ela não quer vir? Porque motivo devo perder tempo a instalar skype para falarmos, se ela nem às sms me responde? Eu devo ser um péssimo namorado para merecer isto. Bem, já desabafei, embora merecesses ouvir muito mais. Até logo.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Quando pedes ajuda




É triste quando pedes ajuda e não ta dão. Mas pior ainda, é quando pedes companhia, e te deixam na solidão.
É triste quando quem devia estar sempre ao teu lado te larga a mão. Mas pior ainda é quando precisas de conforto, e apenas encontras a escuridão.
É triste. Quem me deveria estar sempre a acompanhar não o faz. É mais frequente a companhia de duas amigas minhas que a companhia de quem está no meu coração, e diz que estou no dela. Por algum motivo dizem, a amizade é para sempre. Amizade, não o amor. E compreendo o porque, tendo em atenção que se preocupa mais a amizade comigo, do que o amor. É triste perceber que as minhas amigas fariam mais sacrificios por  mim que a minha namorada. Mas eu amo-a, ainda assim...